A alimentação é um dos pilares para o correto funcionamento do organismo, e quando feita de maneira correta e equilibrada pode prevenir a ocorrência de várias patologias, melhorando as defesas do corpo e promovendo a saúde e bem-estar do indivíduo, além de auxiliar no controle do peso e no correto desempenho de atividades físicas. Basicamente, para ser considerada balanceada, a alimentação deve conter alimentos de diversos tipos, que contemplem todos os nutrientes essenciais, ou seja, que o organismo não produz e que são fundamentais para a manutenção das funções de tecidos e órgãos. Esses nutrientes são divididos em grupos alimentares, de acordo com o tipo de ação no organismo e que, ingeridos com a frequência correta, atendem às necessidades nutricionais da pessoa.

A alimentação é um dos pilares para o correto funcionamento do organismo, e quando feita de maneira correta e equilibrada pode prevenir a ocorrência de várias patologias, melhorando as defesas do corpo e promovendo a saúde e bem-estar do indivíduo, além de auxiliar no controle do peso e no correto desempenho de atividades físicas.

Basicamente, para ser considerada balanceada, a alimentação deve conter alimentos de diversos tipos, que contemplem todos os nutrientes essenciais, ou seja, que o organismo não produz e que são fundamentais para a manutenção das funções de tecidos e órgãos. Esses nutrientes são divididos em grupos alimentares, de acordo com o tipo de ação no organismo e que, ingeridos com a frequência correta, atendem às necessidades nutricionais da pessoa.

Além dos fatores citados, deve-se considerar também outros aspectos como os sanitários, sociais e psicológicos.

Os cuidados no preparo, transporte e distribuição das refeições são fatores também integrantes de uma alimentação saudável. São importantes para garantir a qualidade do que é servido, evitando que o trabalhador corra riscos de contaminações relacionadas que possam acarretar doenças e consequentes ausências no serviço. Também deve-se considerar o conforto e adequação do local onde as refeições são servidas, para que estas cumpram de maneira adequada suas funções na atenção aos aspectos nutricionais e também psicossociais, fazendo com que o trabalhador se sinta valorizado dentro da empresa.

Considerando tudo o que foi citado acima, o Governo Federal instituiu em 1976, através do Ministério do Trabalho, o PAT – Programa de Alimentação do Trabalhador, com o objetivo de melhorar as condições nutricionais e de qualidade de vida do trabalhador, diminuindo os acidentes de trabalho e aumentando a sua produtividade. Considerou, na sua criação, que o funcionário bem alimentado é um funcionário com mais saúde e consequentemente maior disposição para o trabalho, sentindo-se também mais valorizado e estimulado, com equilíbrio físico e mental para produzir mais e melhor. A vantagem para o trabalhador reflete em vantagens também para a empresa que o emprega, pois, além de produzir melhor, há diminuição dos acidentes de trabalho e abstinências. É uma política pública executada pelas empresas privadas, com regras em relação à alimentação criadas e fiscalizadas pelo Governo. Em troca do seguimento dessas regras, as empresas que aderem ao programa recebem diversos benefícios, como o direito à isenção de encargos sociais sobre o valor do benefício e também dedução no imposto de renda do incentivo fiscal por refeição cedida.

De acordo com as regras do programa, o trabalhador passa a ter direito a um serviço de alimentação supervisionado por profissional nutricionista, que é o responsável técnico do programa, e que irá enquadrar as refeições servidas às normas de segurança alimentar e nutricionais adequadas. O nutricionista também é responsável por realizar ações e programas voltados à educação nutricional do trabalhador, objetivando a promoção e manutenção da saúde e prevenção de doenças.

O trabalhador bem alimentado, saudável e valorizado, cria um ciclo de vantagens que inclui, além de si, a própria empresa em que trabalha, o setor de alimentação e a sociedade em geral. Sua nutrição adequada melhora sua qualidade de vida, seu aprendizado e sua renda; a empresa onde trabalha ganha maior produtividade com menor rotatividade e melhorias na sua imagem, além dos benefícios fiscais; o setor de alimentação ganha mais consumidores e expansão e a sociedade como um todo gera mais empregos, com melhorias da saúde populacional e na distribuição de renda.