Quando pensamos em saúde, na maioria das vezes, costumamos evocar o seu oposto: a doença.

Lembramos o quão incomodo pode ser respirar com dificuldade, ou locomover-se lentamente, ou sentir dor de forma continuada.

Resgatamos os momentos em que conseguíamos fazer isso sem esforço algum e associamos a saúde a uma espécie de existência vivenciada com a ausência de enfermidades.

Contudo, a saúde é muito mais do que isso. Ser saudável está diretamente associado ao nosso bem estar subjetivo. Àquilo que nos traz verdadeiramente a ampliação de nosso conforto e satisfação.

E certamente isso abarca os mais distintos campos que compõe a nossa vida: Aspectos físicos, emocionais, comportamentais que se entrelaçam resultando em nossa história, e, por conseguinte, em nossas vinculações com o mundo.

Nossos relacionamentos são fundamentais nesse cenário. Possibilidades que propiciem melhorias de nossas condições diárias também. Boa situação socioeconômica e um determinado equilíbrio emocional são fatores decisivos nesta busca.

Para tanto, é necessário que a procura por saúde não seja algo individual. É preciso a participação de toda a sociedade, da comunidade, da família para que haja essa construção.

É imprescindível igualmente que se mantenham os cuidados com o corpo. Uma alimentação nutritiva e equilibrada, noites de sono bem dormidas, exercícios regulares.

Além disso, a prevenção é fundamental. Desse modo, revisar periodicamente sua disposição física e mental é algo bastante desejável.   Acrescente a isso atividades que gerem genuíno prazer sempre que houver a possibilidade.

Tantos requisitos podem parecer intangíveis num primeiro momento. Mas é a compreensão de que todo esse conjunto é necessário, quando pensamos no contexto da saúde, que nos impulsiona a buscá-la verdadeiramente.

E esta é uma concepção holística. Precisamos entender a saúde como algo integral, composto pelas mais distintas esferas que resultam num aumento inequívoco de qualidade de vida. Nada menos que isso.