Atualmente, o ataque mais comum nas redes sociais, sobretudo no whatsapp, é o phishing, link ou e-mail de spam, que é bem chamativo por conter uma oferta muito barata de algum produto ou serviço.

Embora seja o principal crime que a população vem sofrendo há décadas, este se intensificou na pandemia.

Uma pessoa que não possui tantos conhecimentos para saber identificar links falsos, ao clicar em um desses spams dá liberdade para que o hacker invada o seu dispositivo e roube seus dados.

No entanto, foi sancionada em 27 de maio de 2021), pelo presidente Jair Messias Bolsonaro, a Lei 14.155, justamente para tentar frear o ataque cibernético neste tempo de isolamento social, em que as pessoas tiveram que levar a vida para a internet, seja para fins de teletrabalho, ensino remoto ou compras e vendas.

O novo texto endurece as medidas de reclusão para quem cometer tal ato.

Antes, a detenção era branda – de três meses a um ano e multa. Agora, nota-se algo mais consistente, com reclusão de até quatro anos e multa.

A pena pode ser aumentada, caso o criminoso obtenha acesso às informações sigilosas.

O crime que anteriormente era de seis meses a dois anos e multa, pelo novo texto teve a prisão mínima aumentada para 2 anos e a máxima para 5 anos e multa.

Além da reclusão, a nova lei também estabelece aplicação de multa e o aumento da detenção se a invasão resultar em prejuízo financeiro.

O código também salienta que a pena aumenta de um terço ao dobro, caso o crime seja praticado contra um idoso ou vulnerável. E de um terço a dois terços, se utilizado servidor de fora do país.

Estelionato virtual – previna-se

Em casos de estelionato na internet, onde o criminoso se passa por alguém ou empresa (falsidade ideológica) para conseguir da vítima informações privadas por meio das redes sociais foi incluído no Código Penal a pena de prisão, de quatro a oito anos e sujeito a pagamento de multa.

Ademais, o usuário deve atentar sempre aos sites maliciosos para não caírem em golpes, informando-se e pesquisando sites que listem endereços perigosos, bem como evitando clicar em qualquer link enviado por mensagens e emails desconhecidos.

Assim como recebemos em nossa casa apenas quem conhecemos, ao receber qualquer mensagem de remetente desconhecido devemos ignorar e não clicar em nada.

Cheque sempre a origem das mensagens e dos sites.