Ah, como eu adoro a evolução da espécie e as inovações tecnológicas, pois todas as revoluções vêm sempre acompanhadas de oportunidades!

E durante a pandemia deste ano não foi diferente – muitas novas oportunidades de trabalho e renda apareceram.

No mundo da Educação, por exemplo, ocorreu uma verdadeira reviravolta no formato das aulas e adianto que este é apenas o começo do processo de transformação.

A telemedicina avançou e derrubou preconceitos. Mudanças na área de Logística, no e-commerce e por aí vai…

Se, por um lado, muitos restaurantes fecharam, por outro muitas novas cozinhas surgiram nos lares dos brasileiros, e a venda de fast food já se vê ameaçada pelas donas de casa com seus hambúrgueres caseiros.

Jornalistas demitidos viraram blogueiros e agora fazem merchandising de tudo; alguns se transformaram em social media, outros em editores de livros com micro editoras próprias.

Executivos que foram demitidos se tornaram consultores, com escritórios em seus quartos, porém sem o preconceito de não ter um escritório num ponto badalado da cidade em algum andar exclusivo de um prédio de luxo.

Isso sem falar sobre os novos professores de Inglês que agora não estão competindo de igual para igual com as grandes redes de ensino de idiomas, mas sim estão em vantagem absoluta, pois seus custos fixos são irrisórios frente às grandes estruturas destas instituições, impactando no preço final pago pelos alunos.

Grandes transportadoras perderam mercado para aplicativos de frete e grandes redes de shoppings centers perderam clientes para sites de varejo.

Diante deste cenário, a revolução digital vai transformar sim, tudo e todos, portanto, se o seu negócio, a sua empresa ou o seu emprego não forem “digitalizáveis”, fique esperto, pois sua profissão ou o seu negócio fatalmente vai acabar.

Há mais perfis virtuais no planeta do que seres humanos, ou seja, num curto espaço de tempo mais que triplicamos nossa população e agora somos seres físicos e virtuais.

Se você trabalha na área de Saúde e com prevenção de doenças laborais, agora é hora de vender para quem trabalha em casa – ou seja, se antes você vendia no atacado para grandes empresas, agora é hora de vender no atacado também, mas para grupos de consumidores chamados de comunidades ou ecossistemas – estas pessoas estarão cada vez mais propensas a fazer compras coletivas pelos clubes de assinaturas para reduzir preço e criar experiências de consumo com suas tribos.

E se você ainda não se transformou em um empreendedor 5.0, corra, porque o 5G vem aí!